Cássia Rejane Eller foi e ainda é uma das figuras de maior carisma do rock nacional.
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Uma mulher extremamente bonita, sensual e dotada de um brilho único. Ela é daqueles artistas que nasceram com a estrela e que estavam predestinados ao sucesso, a serem reconhecidos e aclamados pelo público.
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E assim aconteceu, cumprindo o objetivo para o qual ela estava predestinada.
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Se Rita Lee é a rainha do rock nacional, Cássia é a segunda mulher da corte.
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Tímida, até mesmo um pouco arredia, mas também dotada de doçuras, Cássia foi uma rajada musical que iniciou pequena, foi crescendo, crescendo, estourou em todo país, continuou num crescente de sucesso e intensidade subversiva, até que, no seu auge, quando todo o país estava cantando com ela, desde sambas até rock`s pesados, ela parte, provavelmente por uma estafa física tremenda que implodiu sua força e capacidade de superação e reinvenção.
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O documentário é organizado de forma cronológica.
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Inicia-se contando sobre os primeiros anos de vida, sua relação com os pais que, não por acaso, formam a combinação clássica da vida de muitas lésbicas: uma mãe adorável e um pai escroto; as primeiras descobertas musicais, a personalidade forte e a postura retraída.
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Assim vai sendo dito sobre sua trajetória itinerante, os anos em que morou em muitas cidades pelo país, sua ida para Brasília e o encontro com o meio musical daquela cidade onde estavam Zélia Duncan e, principalmente, Osvaldo Montenegro que já realizava bonitas montagens de teatro musical nos palcos da capital federal.
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Assim Cássia foi se descobrindo, meio como atriz, meio como cantora.
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A estética do documentário é muito bem desenhada e lindamente casada com a parte musical, composta, obviamente, pelas músicas que a própria artista gravou.
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Seus anos iniciais de rebeldia, a ansiedade das gravações, a mudança súbita na formação de sua banda, a quebra total na sua vida com a chegada de seu filho Francisco, a intensa agenda de shows, a verdade por detrás do famoso show do Rock in Rio; a preparação, os bastidores e o estouro do acústico MTV, sua morte, a briga na justiça pela guarda do filho e a decisão inédita da justiça de manter o garoto com sua parceira, um fato que veio mesmo para coroar a trajetória de beleza subversiva que ela tanto personificou.
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Fiquei emocionado!
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Uma mulher extremamente bonita, sensual e dotada de um brilho único. Ela é daqueles artistas que nasceram com a estrela e que estavam predestinados ao sucesso, a serem reconhecidos e aclamados pelo público.
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E assim aconteceu, cumprindo o objetivo para o qual ela estava predestinada.
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Se Rita Lee é a rainha do rock nacional, Cássia é a segunda mulher da corte.
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Tímida, até mesmo um pouco arredia, mas também dotada de doçuras, Cássia foi uma rajada musical que iniciou pequena, foi crescendo, crescendo, estourou em todo país, continuou num crescente de sucesso e intensidade subversiva, até que, no seu auge, quando todo o país estava cantando com ela, desde sambas até rock`s pesados, ela parte, provavelmente por uma estafa física tremenda que implodiu sua força e capacidade de superação e reinvenção.
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O documentário é organizado de forma cronológica.
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Inicia-se contando sobre os primeiros anos de vida, sua relação com os pais que, não por acaso, formam a combinação clássica da vida de muitas lésbicas: uma mãe adorável e um pai escroto; as primeiras descobertas musicais, a personalidade forte e a postura retraída.
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Assim vai sendo dito sobre sua trajetória itinerante, os anos em que morou em muitas cidades pelo país, sua ida para Brasília e o encontro com o meio musical daquela cidade onde estavam Zélia Duncan e, principalmente, Osvaldo Montenegro que já realizava bonitas montagens de teatro musical nos palcos da capital federal.
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Assim Cássia foi se descobrindo, meio como atriz, meio como cantora.
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A estética do documentário é muito bem desenhada e lindamente casada com a parte musical, composta, obviamente, pelas músicas que a própria artista gravou.
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Seus anos iniciais de rebeldia, a ansiedade das gravações, a mudança súbita na formação de sua banda, a quebra total na sua vida com a chegada de seu filho Francisco, a intensa agenda de shows, a verdade por detrás do famoso show do Rock in Rio; a preparação, os bastidores e o estouro do acústico MTV, sua morte, a briga na justiça pela guarda do filho e a decisão inédita da justiça de manter o garoto com sua parceira, um fato que veio mesmo para coroar a trajetória de beleza subversiva que ela tanto personificou.
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Fiquei emocionado!
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FICHA TÉCNICA:
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Gênero: Documentário
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Direção: Paulo Henrique Fontenelle
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Roteiro: Paulo Henrique Fontenelle
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Produção: Iafa Britz
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Fotografia: Vinícius Brum
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Montador: Paulo Henrique Fontenelle
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Trilha Sonora: Cássia Eller
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Duração: 120 min.
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Ano: 2014
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Gênero: Documentário
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Direção: Paulo Henrique Fontenelle
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Roteiro: Paulo Henrique Fontenelle
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Produção: Iafa Britz
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Fotografia: Vinícius Brum
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Montador: Paulo Henrique Fontenelle
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Trilha Sonora: Cássia Eller
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Duração: 120 min.
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Ano: 2014
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