Espetáculo que ficou em cartaz, por um longo período aqui em São Paulo, perto do metrô Marechal Deodoro.
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A obra, de autoria de Chico Buarque, foi encenada pela Cia da Revista, com direção de Kleber Montanheiro.
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A obra, de autoria de Chico Buarque, foi encenada pela Cia da Revista, com direção de Kleber Montanheiro.
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Alguns integrantes do elenco:
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- Gerson Steves como Duran, o cafetão que gerencia uma equipe de prostitutas que trabalham na Lapa carioca do início do século passado.
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- Heloísa Maria que faz sua esposa, e ex-prostituta, Vitória.
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- Erica Montanheiro como Terezinha, a filha do casal que vive uma vida completamente diferente da realidade que a cerca, mas que vai se apaixonar, por ironia do destino, justamente por um homem fora da lei.
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- Bruna Longo como Fichinha, uma mulher interiorana e sem estudo que vem para a cidade tentar a vida e acaba se tornando prostituta, enganada pelo falso glamour da profissão.
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- Kleber Montanheiro como a que talvez seja a travesti mais famosa do teatro brasileiro, Geni.
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- Adriano Merlini e Mateus Monteiro respectivamente como Chaves e Phillip Morris, capangas que integram o bando do Max.
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- O protagonista, o próprio malandro, Max Overseas foi interpretado pelos atores Bruno Perillo (sextas e sábados) e Flavio Tolezani (domingos e segundas) que se revezavam na interpretação.
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Mais detalhes sobre a obra são desnecessários já que se trata de um dos musicais brasileiros de maior sucesso da história.
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16 canções foram encenadas de maneira muito bem ensaiada e muito bem coreografada por esta que talvez seja a maior equipe de teatro da cidade de São Paulo a fazer espetáculos musicais com baixo orçamento.
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O cuidado com os detalhes e a ocupação dos múltiplos espaços do teatro vão fazendo o espectador se sentir imergido no universo ficcional criado por Chico Buarque. A movimentação dos atores, a utilização de espaços no alto do teatro, atrás da plateia, as soluções cênicas com objetos que se modificam de função ampliam as possibilidades espaciais.
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Gostei muito da construção que cada ator fez de seu personagem, bem como da forma como alguns de fora da companhia foram escolhidos para ocupar papéis específicos. Certos atores me fizeram esquecer da pessoa por detrás da encenação e estacionar totalmente no real universo fictício que ali se mostrava. Isso é fantástico!
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Particularmente eu acho o espetáculo meio longo, não pela montagem, mas pela quantidade de texto e excesso de idas e vindas da trama que poderia ter sido encurtada. Depois, lendo a respeito, fiquei sabendo que o Chico foi escrevendo a obra enquanto ela ia sendo ensaiada. Talvez isso tenha feito o conjunto da obra ficar originalmente tão extenso.
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Enfim, trata-se de um grande espetáculo, de uma montagem muito profissional. A parte musical ficou muito bem ensaiada, com uma regulagem de volume bem organizada.
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Os atores se colocaram por inteiro no palco, com densidade e seriedade, mostrando que, mesmo espaços pequenos e independentes podem se tornar centros de excelência.
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Gostei demais! Mas, como já falei para alguns integrantes da companhia, o espetáculo é maior que o espaço em que ele foi encenado, o que deixa uma sensação de transbordamento. E esta crítica, no fundo, é um grande elogio!
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Alguns integrantes do elenco:
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- Gerson Steves como Duran, o cafetão que gerencia uma equipe de prostitutas que trabalham na Lapa carioca do início do século passado.
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- Heloísa Maria que faz sua esposa, e ex-prostituta, Vitória.
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- Erica Montanheiro como Terezinha, a filha do casal que vive uma vida completamente diferente da realidade que a cerca, mas que vai se apaixonar, por ironia do destino, justamente por um homem fora da lei.
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- Bruna Longo como Fichinha, uma mulher interiorana e sem estudo que vem para a cidade tentar a vida e acaba se tornando prostituta, enganada pelo falso glamour da profissão.
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- Kleber Montanheiro como a que talvez seja a travesti mais famosa do teatro brasileiro, Geni.
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- Adriano Merlini e Mateus Monteiro respectivamente como Chaves e Phillip Morris, capangas que integram o bando do Max.
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- O protagonista, o próprio malandro, Max Overseas foi interpretado pelos atores Bruno Perillo (sextas e sábados) e Flavio Tolezani (domingos e segundas) que se revezavam na interpretação.
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Mais detalhes sobre a obra são desnecessários já que se trata de um dos musicais brasileiros de maior sucesso da história.
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16 canções foram encenadas de maneira muito bem ensaiada e muito bem coreografada por esta que talvez seja a maior equipe de teatro da cidade de São Paulo a fazer espetáculos musicais com baixo orçamento.
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O cuidado com os detalhes e a ocupação dos múltiplos espaços do teatro vão fazendo o espectador se sentir imergido no universo ficcional criado por Chico Buarque. A movimentação dos atores, a utilização de espaços no alto do teatro, atrás da plateia, as soluções cênicas com objetos que se modificam de função ampliam as possibilidades espaciais.
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Gostei muito da construção que cada ator fez de seu personagem, bem como da forma como alguns de fora da companhia foram escolhidos para ocupar papéis específicos. Certos atores me fizeram esquecer da pessoa por detrás da encenação e estacionar totalmente no real universo fictício que ali se mostrava. Isso é fantástico!
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Particularmente eu acho o espetáculo meio longo, não pela montagem, mas pela quantidade de texto e excesso de idas e vindas da trama que poderia ter sido encurtada. Depois, lendo a respeito, fiquei sabendo que o Chico foi escrevendo a obra enquanto ela ia sendo ensaiada. Talvez isso tenha feito o conjunto da obra ficar originalmente tão extenso.
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Enfim, trata-se de um grande espetáculo, de uma montagem muito profissional. A parte musical ficou muito bem ensaiada, com uma regulagem de volume bem organizada.
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Os atores se colocaram por inteiro no palco, com densidade e seriedade, mostrando que, mesmo espaços pequenos e independentes podem se tornar centros de excelência.
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Gostei demais! Mas, como já falei para alguns integrantes da companhia, o espetáculo é maior que o espaço em que ele foi encenado, o que deixa uma sensação de transbordamento. E esta crítica, no fundo, é um grande elogio!
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