A revista americana mensal de literatura Believer publica, em todas as suas edições, um bato papo entre dois escritores.
.
Para esta conversa, um artista das letras escolhe outro que ele tenha interesse de conhecer, o modelo de entrevista a ser seguido e a equipe se encarrega de colocar os dois em contato, seja por carta, pessoalmente, por e-mail ou por qualquer outra forma contemporânea de comunicação.
.
Neste livro estão agrupadas 21 dessas diálogos entre artistas dos mais diferentes continentes.
.
Amy Hempel, Dave Eggers, Edmund White, Haruki Murakami, Ian Mcewan, Joan Didion, John Banville, Marilynne Robinson, Marjane Satrapi, Orhan Pamuk, Paul Auster, Richard Powers, Shirley Hazzard, Tobias Wolff, Tom Stoppard, Zadie Smith são exemplos de escritores que contribuíram com esta obra.
.
Achei muito interessante notar como existem múltiplas formas de inspiração, bem como variados métodos de trabalho desenvolvidos pelos escritores.
.
Como são diversos os estilos de se fazer literatura e como foi fácil notar que o estilo da literatura feita pelo entrevistado vem à tona no seu modo de responder as perguntas, sua história de vida, o traçado das escolhas feitas pelos artistas.
.
Foi interessante montar a personalidade de cada um, somando a isso seus estilos de arte, suas maneiras de ver o mundo, de conversar com suas realidades, de contar suas trajetórias, suas escolhas do que queriam fazer da vida, a influência da sociedade no indivíduo e nas suas criações, como cada um foi descobrindo o escritor que habitava dentro de si, as fases do amadurecimento pessoal e artístico.
.
Escritores durões e suas vidas depravadas, escritores orientais de formação ocidentalista, escritoras metódicas, escritores contidos na quantidade de palavras, escritores verborrágicos e exagerados nas suas escolhas, africanos que vivenciaram e denunciam as mazelas daquele continente, japoneses que trazem um outro olhar sobre as coisas do mundo, senhoras que escrevem sobre seus cotidianos e tantas outras variações artístico-humanas.
.
“De tudo se faz canção” e de tudo também se faz livro.
.
Para nascer a Literatura basta existir a palavra.
.
E elas existem infinitamente!
.
Uma leitura instrutiva que me ajudou a responder questões sutis que tantas vezes já tive receio de perguntar até mesmo para mim.
.
Me fez uma ótima companhia no trajeto de ônibus entre minha casa e o serviço.
.
.
Para esta conversa, um artista das letras escolhe outro que ele tenha interesse de conhecer, o modelo de entrevista a ser seguido e a equipe se encarrega de colocar os dois em contato, seja por carta, pessoalmente, por e-mail ou por qualquer outra forma contemporânea de comunicação.
.
Neste livro estão agrupadas 21 dessas diálogos entre artistas dos mais diferentes continentes.
.
Amy Hempel, Dave Eggers, Edmund White, Haruki Murakami, Ian Mcewan, Joan Didion, John Banville, Marilynne Robinson, Marjane Satrapi, Orhan Pamuk, Paul Auster, Richard Powers, Shirley Hazzard, Tobias Wolff, Tom Stoppard, Zadie Smith são exemplos de escritores que contribuíram com esta obra.
.
Achei muito interessante notar como existem múltiplas formas de inspiração, bem como variados métodos de trabalho desenvolvidos pelos escritores.
.
Como são diversos os estilos de se fazer literatura e como foi fácil notar que o estilo da literatura feita pelo entrevistado vem à tona no seu modo de responder as perguntas, sua história de vida, o traçado das escolhas feitas pelos artistas.
.
Foi interessante montar a personalidade de cada um, somando a isso seus estilos de arte, suas maneiras de ver o mundo, de conversar com suas realidades, de contar suas trajetórias, suas escolhas do que queriam fazer da vida, a influência da sociedade no indivíduo e nas suas criações, como cada um foi descobrindo o escritor que habitava dentro de si, as fases do amadurecimento pessoal e artístico.
.
Escritores durões e suas vidas depravadas, escritores orientais de formação ocidentalista, escritoras metódicas, escritores contidos na quantidade de palavras, escritores verborrágicos e exagerados nas suas escolhas, africanos que vivenciaram e denunciam as mazelas daquele continente, japoneses que trazem um outro olhar sobre as coisas do mundo, senhoras que escrevem sobre seus cotidianos e tantas outras variações artístico-humanas.
.
“De tudo se faz canção” e de tudo também se faz livro.
.
Para nascer a Literatura basta existir a palavra.
.
E elas existem infinitamente!
.
Uma leitura instrutiva que me ajudou a responder questões sutis que tantas vezes já tive receio de perguntar até mesmo para mim.
.
Me fez uma ótima companhia no trajeto de ônibus entre minha casa e o serviço.
.

Nenhum comentário:
Postar um comentário