terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Mad Max: A Estrada da Fúria (Filme)

Li na internet um crítico questionando se “Mad Max: A Estrada da Fúria” não seria o filme de ação perfeito.
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Depois de assistir, entendi o questionamento do homem.
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Se é perfeito ou não, isso pouco importa. Fato é que se trata de uma obra extremamente bem realizada e intensa.
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Uma pancada cênica atrás da outra, poucas pausas para respiro, cenas fortes e bem filmadas, personagens bem montados.
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Achei que os atores estão muito bem, além disso, o universo ficcional recriado de outros filmes anteriores é bastante impactante e me levou mesmo a pensar, em que grau, cada um de nós não é um pouco aqueles fanáticos que acreditam numa doutrina que não faz sentido nenhum quando vista pelos olhos de observadores externos?!
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Mas, enfim, um filme de ação que beira a perfeição não precisa necessariamente nos fazer refletir sobre aspectos sociais, religiosos ou coisas do tipo.
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Esta reflexão não me pareceu ser mesmo uma das intenções do roteiro!
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Um bom filme de ação basta nos chamar para dentro da narrativa e não nos deixar desgrudar os olhos do que está sendo contato ali.
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E isso Mad Max fez com uma intensidade de poucas vezes vi igual.
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Muita pancadaria, um relance de romance e uma longa, alucinante e incessante perseguição interminável que atravessava, de canto a canto, um mundo fictício que guarda similaridades com este nosso e ainda mais com aquilo que este nosso pode vir a ser.
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Um filme sem descanso, direto e relativamente curto. Talvez do tamanho certo para nos levar até um possível primeiro limite!
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