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Como falar bem é muito fácil, vou falar mal. rsss
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O filme possui incoerências. Aliás, uma grande incoerência que é base para muitas partes da trama.
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Vamos lá.
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Um personagem tão central e tão racional que toma atitudes que levam a bons resultados, mesmo não sendo as mais corretas, não teria uma má reputação tão instaurada como as cenas mostram. Mesmo que uma parte da mídia o denegrisse, isso não seria uma regra, afinal, a mídia adora polemizar e se todos falassem contra ele, fatalmente algum veículo se levantaria contra a impossível unanimidade e construiria uma idéia oposta, ou seja, uma boa idéia, uma boa imagem. Além disso, os resultados falam por si e eles são positivos.
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Outra forma de incoerência que envolve essa idéia sobre o personagem principal diz respeito à nossa relação com o filme. O filme procurar mostrar um personagem humano, não simplesmente heróico (e sabemos que isso é uma jogadinha que ocorre com certa freqüência nos dias de hoje), mas mesmo assim ele não toma atitudes que desagradam realmente os milhões de espectadores (os roteiristas não chegariam a esse ponto). Então me pergunto, se eles constroem um personagem que agrada as enormes bilheterias do filme, por que esse mesmo personagem não agradaria aqueles que vivem no seu mundo? O fator mídia (o quarto poder) já está descartado pelos 2 argumentos do parágrafo de cima.
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O próprio filme é uma mídia e ele se nega, afinal ele nos fez gostar do personagem. Ele gera o embrião da sua incoerência.
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Com isso temos que a cidade não precisaria de outro herói como o Promotor e muito do filme gira em torno disso. O personagem principal torna-se uma espécie de retaguarda não necessariamente heróica, pois o povo que “precisa de um herói com cara”, já tem o seu. Isso dá uma espécie de aval para ele ser menos ético, mas esse aval se baseia indiretamente num fato que não existiria caso as coisas fossem friamente analisadas.
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Um filme que se propõe a ser tão inteligente e até mesmo filosófico, se baseia numa falácia que só faz sentido num mundo supostamente avulso (nenhuma cidade da Terra tem 30 milhões de habitantes), mas que deveria ser igual ao nosso, pelo menos num ponto tão importante que é a lógica da mídia e do próprio ser - humano em primeira instância.
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Todas essas idéias me vieram a partir de uma sensação / pergunta que o filme me trouxe, e é: Por que Batman, o cavaleiro das trevas, não seria um herói?
Fiquei com essa sensação.
Ele é um herói, sim, pois apesar de tomar atitudes supostamente (não totalmente, já que os roteiristas não são loucos de denegri-lo, afinal o salário deles depende da sua moral. rsss) criticáveis, essas atitudes não são condenáveis, já que em casos especiais “os fins justificam os meios”. Claro que depende dos fins e dos meios, mas bons fins podem se justificar por meios pontualmente usados. Isso é delicado, mas da maneira como foi colocado no filme, acho que ninguém se oporia, afinal os roteiristas não são doidos, como já disse.
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Fora tudo isso, o vilão ser chinês não me agradou. Por que não colocaram um suíço, um italiano? Afinal, há mais banqueiros e mafiosos nesses países que na China, o ameaçador e populoso dragão comunista e emergente do oriente.
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São argumentos bem amarrados, mas que não me convencem, afinal eu achei o filme FUDIDO. Aconselho a ver e também aconselho ligar os botões reservas da atenção porque é preciso. Primeiro porque o filme tem quase 3 horas de duração e não é simples ter uma noção geral de tudo que já aconteceu e suas diversas implicações, e segundo que ele está recheado de bons diálogos e falas com frases marcantes e bem colocadas e / ou repetidas como: “às vezes a fé precisa de recompensas” (bonita e bem colocada), “a noite sempre é mais escura antes do amanhecer” (essa é velha, mas é bonita e bem colocada) e “ou você morre como herói, ou vive o bastante para se tornar um vilão” (bem colocada e bem repetida).
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Enfim, gostei.
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Continuando, pois estou com vontade de escrever hoje.
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Achei irônico o fato de o principal vilão ter sobrevivido no filme ou sobrevivido AO filme, e o ator ter morrido na vida real. O vilão sobreviveu ao filme, mas o ator não. Na maioria das vezes acontece o contrário. Talvez o ator tivesse que tomar umas aulas de força ou loucura com seu personagem. Talvez se tivesse aprendido a rir desvairadamente com o Curinga, ele estaria vivo. Tirar proveito da insanidade é uma arte das mais difíceis. Equilibrar os benefícios que o desequilíbrio traz, não é para qualquer um.
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E como estou do contra, vou elogiar o vilão.
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O Curinga se mostrou inteligente, explorou as fraquezas do sistema coercitivo fazendo ele se virar contra ele mesmo. Enfraqueceu as bases do oposto de si usando o que havia de comum entre o bem e o mal, que é o fator humano. Mostrou o poder da simplicidade (“sabe o que há em comum entre eles. Eles são baratos“ – disse isso enquanto queimava uma pilha gigantesca de dinheiro que ele não precisaria, pois pólvora e gasolina não custam caro); a força da loucura, que o colocava em vantagem em relação a seus oponentes, afinal ele não temia a morte; mostrou também verdades que os próprios heróis não viam, serviu de substância reveladora de índoles e, pensando por esse lado, até trouxe benefícios para a polícia que sofreu uma espécie de filtração.
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Ponto para os roteiristas que não são nada bobos e sabem que vilões comuns não convencem mais como há décadas atrás. Como já dito, o salário deles depende disso. rssss
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Tem muito pra se falar bem do bem, mas não quero. Estou do contra.
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Resumindo:
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O filme prova, por ele mesmo, que a obra se baseia num argumento incoerente. Ele se torna seu próprio contra argumento. Possui um herói bizarro com orelhinhas toscas e que finge ter uma voz igualmente tosca só pra não descobrirem sua identidade. O vilão se mostra mais são que o próprio ator que o interpretou (sacanagem, isso – rssss). A atriz que faz a suposta musa é feia. Batman cai do qüinquagésimo andar e não sofre nada, nem ele e nem a mulher que estava com ele. Coringa não tem dinheiro, mas acaba com todos (a simplicidade tem seus limites). O Duas caras é horrível, e nenhuma moeda se queima e fica marcada com cinzas que não possam ser limpadas com um esfregar de mãos. E ele esfrega as mãos nela.
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Enfim, com tudo isso, só posso continuar com uma opinião em relação ao filme, afinal, ser do contra permite certas incoerências:
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ELE É FUDIDO...
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E fim de papo..........................................
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Como falar bem é muito fácil, vou falar mal. rsss
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O filme possui incoerências. Aliás, uma grande incoerência que é base para muitas partes da trama.
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Vamos lá.
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Um personagem tão central e tão racional que toma atitudes que levam a bons resultados, mesmo não sendo as mais corretas, não teria uma má reputação tão instaurada como as cenas mostram. Mesmo que uma parte da mídia o denegrisse, isso não seria uma regra, afinal, a mídia adora polemizar e se todos falassem contra ele, fatalmente algum veículo se levantaria contra a impossível unanimidade e construiria uma idéia oposta, ou seja, uma boa idéia, uma boa imagem. Além disso, os resultados falam por si e eles são positivos.
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Outra forma de incoerência que envolve essa idéia sobre o personagem principal diz respeito à nossa relação com o filme. O filme procurar mostrar um personagem humano, não simplesmente heróico (e sabemos que isso é uma jogadinha que ocorre com certa freqüência nos dias de hoje), mas mesmo assim ele não toma atitudes que desagradam realmente os milhões de espectadores (os roteiristas não chegariam a esse ponto). Então me pergunto, se eles constroem um personagem que agrada as enormes bilheterias do filme, por que esse mesmo personagem não agradaria aqueles que vivem no seu mundo? O fator mídia (o quarto poder) já está descartado pelos 2 argumentos do parágrafo de cima.
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O próprio filme é uma mídia e ele se nega, afinal ele nos fez gostar do personagem. Ele gera o embrião da sua incoerência.
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Com isso temos que a cidade não precisaria de outro herói como o Promotor e muito do filme gira em torno disso. O personagem principal torna-se uma espécie de retaguarda não necessariamente heróica, pois o povo que “precisa de um herói com cara”, já tem o seu. Isso dá uma espécie de aval para ele ser menos ético, mas esse aval se baseia indiretamente num fato que não existiria caso as coisas fossem friamente analisadas.
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Um filme que se propõe a ser tão inteligente e até mesmo filosófico, se baseia numa falácia que só faz sentido num mundo supostamente avulso (nenhuma cidade da Terra tem 30 milhões de habitantes), mas que deveria ser igual ao nosso, pelo menos num ponto tão importante que é a lógica da mídia e do próprio ser - humano em primeira instância.
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Todas essas idéias me vieram a partir de uma sensação / pergunta que o filme me trouxe, e é: Por que Batman, o cavaleiro das trevas, não seria um herói?
Fiquei com essa sensação.
Ele é um herói, sim, pois apesar de tomar atitudes supostamente (não totalmente, já que os roteiristas não são loucos de denegri-lo, afinal o salário deles depende da sua moral. rsss) criticáveis, essas atitudes não são condenáveis, já que em casos especiais “os fins justificam os meios”. Claro que depende dos fins e dos meios, mas bons fins podem se justificar por meios pontualmente usados. Isso é delicado, mas da maneira como foi colocado no filme, acho que ninguém se oporia, afinal os roteiristas não são doidos, como já disse.
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Fora tudo isso, o vilão ser chinês não me agradou. Por que não colocaram um suíço, um italiano? Afinal, há mais banqueiros e mafiosos nesses países que na China, o ameaçador e populoso dragão comunista e emergente do oriente.
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São argumentos bem amarrados, mas que não me convencem, afinal eu achei o filme FUDIDO. Aconselho a ver e também aconselho ligar os botões reservas da atenção porque é preciso. Primeiro porque o filme tem quase 3 horas de duração e não é simples ter uma noção geral de tudo que já aconteceu e suas diversas implicações, e segundo que ele está recheado de bons diálogos e falas com frases marcantes e bem colocadas e / ou repetidas como: “às vezes a fé precisa de recompensas” (bonita e bem colocada), “a noite sempre é mais escura antes do amanhecer” (essa é velha, mas é bonita e bem colocada) e “ou você morre como herói, ou vive o bastante para se tornar um vilão” (bem colocada e bem repetida).
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Enfim, gostei.
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Continuando, pois estou com vontade de escrever hoje.
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Achei irônico o fato de o principal vilão ter sobrevivido no filme ou sobrevivido AO filme, e o ator ter morrido na vida real. O vilão sobreviveu ao filme, mas o ator não. Na maioria das vezes acontece o contrário. Talvez o ator tivesse que tomar umas aulas de força ou loucura com seu personagem. Talvez se tivesse aprendido a rir desvairadamente com o Curinga, ele estaria vivo. Tirar proveito da insanidade é uma arte das mais difíceis. Equilibrar os benefícios que o desequilíbrio traz, não é para qualquer um.
.
E como estou do contra, vou elogiar o vilão.
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O Curinga se mostrou inteligente, explorou as fraquezas do sistema coercitivo fazendo ele se virar contra ele mesmo. Enfraqueceu as bases do oposto de si usando o que havia de comum entre o bem e o mal, que é o fator humano. Mostrou o poder da simplicidade (“sabe o que há em comum entre eles. Eles são baratos“ – disse isso enquanto queimava uma pilha gigantesca de dinheiro que ele não precisaria, pois pólvora e gasolina não custam caro); a força da loucura, que o colocava em vantagem em relação a seus oponentes, afinal ele não temia a morte; mostrou também verdades que os próprios heróis não viam, serviu de substância reveladora de índoles e, pensando por esse lado, até trouxe benefícios para a polícia que sofreu uma espécie de filtração.
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Ponto para os roteiristas que não são nada bobos e sabem que vilões comuns não convencem mais como há décadas atrás. Como já dito, o salário deles depende disso. rssss
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Tem muito pra se falar bem do bem, mas não quero. Estou do contra.
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Resumindo:
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O filme prova, por ele mesmo, que a obra se baseia num argumento incoerente. Ele se torna seu próprio contra argumento. Possui um herói bizarro com orelhinhas toscas e que finge ter uma voz igualmente tosca só pra não descobrirem sua identidade. O vilão se mostra mais são que o próprio ator que o interpretou (sacanagem, isso – rssss). A atriz que faz a suposta musa é feia. Batman cai do qüinquagésimo andar e não sofre nada, nem ele e nem a mulher que estava com ele. Coringa não tem dinheiro, mas acaba com todos (a simplicidade tem seus limites). O Duas caras é horrível, e nenhuma moeda se queima e fica marcada com cinzas que não possam ser limpadas com um esfregar de mãos. E ele esfrega as mãos nela.
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Enfim, com tudo isso, só posso continuar com uma opinião em relação ao filme, afinal, ser do contra permite certas incoerências:
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ELE É FUDIDO...
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E fim de papo..........................................
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2 comentários:
BOM DIA, WAGNER,
Eu amo ver filme de super-herói, pois gosto de ver com os meus olhos de observadora e já aprendi muita coisa boa.
Mas ser do contra é positivo, pois em tudo na vida tem coisas positivas e negativas. Nunca iremos encontrar 100% em nada.
“às vezes a fé precisa de recompensas”
A minha recompensa na fé é quando vejo o livramento que Deus me dá diante do mal. Tenho mil histórias que me envolvi, servindo a Deus, e em todas Deus me salvou do perigo. Mas, como em todo bom filme, sempre no último minuto.
O gostoso de caminhar na fé é exatamente isto: Viver perigosamente, como num bom filme de super-heróis.
Quis ser solidária a você, por isso escrevi muito, também... (rsrs)
Um abençoado dia para você,
Fique com Deus,
Beijos,
Wagner, quando iniciei minha caminhada espiritual, pela internet, eu não entendia nada de blog e etc..., por isso mudava de endereço. Hoje eu sei que basta colocar poucos posts prá carregar, na página principal. Por isso os antigos estão sem uso, e só estou atualizando os 3:
O "Reino Messiânico" é o principal, pois é o último da caminhada e espero ser "eterno".
O "Amor através da Liberdade", é para me comunicar de uma forma mais amigável e liberal.
O "Vocês Perguntam, Eu Respondo", é o meu "particular", pois só eu posso responder.
Mas fique à vontade para comentar no que você preferir, estou só explicando o motivo das mudanças de endereço, mas Nada Acontece Por Um Acaso e Tudo Coopera para o bem dos que Amam a Deus.
Obrigada por tudo,
Fique com Deus,
Beijos,
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