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Este título sempre me deixava curioso. Como poderia o verbo amar - que sempre é transitivo, afinal, quem ama sempre ama algo ou alguma coisa – ser intransitivo, ou seja: ama e ponto final.
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Seria como o verbo chover. Não se pergunta se chove alguma coisa, se chove a alguma coisa. O amar seria o amar em si, e mais nada. Daí “Amar, verbo intransitivo”.
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É um título bem interessante e chamativo! Cativante!
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Conta a história de Fräulein, uma senhora contratada para cuidar de um garoto que entra na adolescência.
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Seu intuito é ser a mulher perfeita para que o garoto se apaixone por ela e a ame.
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Não me lembro se, além de iniciar o garoto na arte do amor, ela também estava incumbida de iniciá-lo no sexo. Não me lembro mais disso!
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É um livro tranqüilo, pequeno, mais parece uma novela que um romance. Não é de difícil leitura.
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Essas minhas resenhas estão ficando mais corridas do que de costume porque faz tempo que li estes livros.
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Quem quiser saber mais sobre o livro, tem coisas interessantes neste link:
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http://www.jayrus.art.br/Apostilas/LiteraturaBrasileira/Modernismo22/Mario_de_Andrade_Amar_Verbo_Intransitivo_resumo.htm
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Um comentário:
O melhor livro, melhor história! Fico um tanto quanto triste por não ser muito lido e estudado. Mas, é de uma cativação sem fim. Por mim, ficaria horas do dia lendo-o.
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