sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

O vencedor (The fighter)

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Filme muito comovente, de atuações muito naturais, vívidas.
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As tramas bem montadas, onde são envolvidos membros de uma família. Há também diálogos profundos espaçados, apesar de ser um filme de poucas palavras.
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O que não está dito explicitamente tem grande peso sobre os personagens.
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Achei interessante, pois é um filme onde realmente não existem vilões. Há aqueles que atrapalham e enriquecem o andar da trama, mas, o conflito se passa inteiramente dentro de um círculo familiar, onde o amor é presente, mas, ao mesmo tempo estão a inveja, as crises, as relações de irmandade e suas conseqüências.
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Não é um filme sobre Boxe, é um filme sobre família!
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Ainda assim, é narrada a história real de um boxeador, "Irish" (Micky Ward - Mark Wahlberg) que quase desistiu da carreira, mas insistiu e chegou a ser campeão mundial.
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Está indicado para sete Oscars, contendo: melhor filme, melhor diretor e roteiro original, três das estatuetas consideradas as mais importantes. Mas é sempre assim, os grandes prêmios sempre circundam entre algumas poucas mãos.
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Já venceu dois troféus no Globo de Ouro de melhor atriz coadjuvante, para Melissa Leo, a mãe, e ator coadjuvante, Christian Bale, o viciado irmão que quase afunda a carreira do vencedor.
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Aliás, este ator está PERFEITO no personagem. É um dos pontos altos da película. Uma atuação que, desde o início, já impacta pela paranóia estampada na cara dele. Em todas suas nuances, está comovente pela veracidade com que a perdição e a loucura do Crack são incorporadas pelo irmão.
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Mas é um filme de superação e, depois de uma descida muito íngreme que leva um membro da família à cadeia, outros a brigarem e outro a ter sua cara toda machucada, todos se reerguem, aos poucos.
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Junto a isso, dá-se o desenrolar de uma história de amor, entre o boxeador e uma garçonete de bar. O casal idealizado está muito bem conjugado!!!
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Repetindo e ampliando, os atores são o grande show! Estão muito bem, naturais, fluidos pelas cenas, o que traz um clima de intimidade com os acontecimentos. Parece que está-se observando o cotidiano de pessoas normais e não de atores interpretando com veemência o cotidiano de pessoas normais.
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É o conceito do (des)atuar, que existe no teatro...
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Gostei!
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Antes desse vi Cisne Negro, mas to com preguiça de escrever sobre ele.
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E também já acabei Doutor Fausto, desde sexta da semana passada, mas também estou com preguiça de escrever. Não é tanto só preguiça, mas é que estou fazendo muita coisa e daí eu fico adiando!
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Mas logo logo estarão aqui...
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Agora estou lendo O Mago, biografia de Paulo Coelho.
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Acho que será mais rápido que Doutor Fausto, pelo menos as passagens são bem mais fáceis de entender.
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Vou dormir, estou morrendo de sono e nem sei por que me prolonguei até agora.
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3 comentários:

Anônimo disse...

É isso que vc relatou! Foi muito bom mesmo!

Te Amo Muito!!!

Bjos!!!

Abner Martins disse...

A trama parace ser interssante. Quando tiver um tempinho, lerei.

Agora, o que me interessou foi vc citar Doutor Fausto. Tem algo a ver com Goethe, FAusto de Goethe?

Li um livro chamado "Tudo que é sólido desmancha no ar", lá eram citadas passagens de vários livros. Apaixonei-me pelo Fausto de Goethe ali... Se for o mesmo, desejo ler o q escreverás..

abraços.

LM disse...

Fausto é sobre um violinista não é? .. Um professor meu passou um pedaço pra gente sobre harmonia acho.. É o mesmo livro?

Tb assisti o cisne negro, mas n gostei tanto.. acho que vc gostou mais que eu. Ainda vou assistir este do boxe.. .. Até o dia 21 ainda posso fazer aula de noite tipo 18.30.. qualquer dia.. te ligo segunda ok? :*