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Ah meu medo, eu não tenho mais medo de ti. Ainda que te escondas no fundo falso do baú obscuro onde habita meu vazio, eu te visitarei, te regurgitarei e te lançarei nas palmas de minhas mãos, meu mais intrínseco altar. E, nele, tu não tens chance. Neste altar, meu domínio é maior. Ainda que resistas bravamente, eu, migalha-a-migalhamente te descaracterizarei, te desconstruirei com o poder da palavra e do som que, pelos meus dedos, vêm à vida. Tu te verás transformado em beleza!
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Ah meu medo, eu não tenho mais medo de ti. Ainda que te escondas no fundo falso do baú obscuro onde habita meu vazio, eu te visitarei, te regurgitarei e te lançarei nas palmas de minhas mãos, meu mais intrínseco altar. E, nele, tu não tens chance. Neste altar, meu domínio é maior. Ainda que resistas bravamente, eu, migalha-a-migalhamente te descaracterizarei, te desconstruirei com o poder da palavra e do som que, pelos meus dedos, vêm à vida. Tu te verás transformado em beleza!
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2 comentários:
bom seria se todos os medos
fossem dissipados....
não sei por quê eu só tenho medo de algumas pouquíssimas coisas....
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o de cima e o de baixo são meus. só pra constar.
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