Mais
um livro de Benita Carneiro que chega até minhas mãos.
Como
diz o nome, trata-se de uma coletânea de poesias agrupadas, mas que já existiam
separadamente.
Benita
resolveu reunir alguns escritos, sem pretensão de construir um eixo temático
que os unisse; ou talvez este não-eixo, batizado de Pétalas Esparsas, fosse
justamente o elo de união deste disperso de intenções e pretensões que conduzem
esta obra.
São
mais de 108 páginas, contendo cerca de 120 poesias que tratam sobre
personalidades da cidade de Itanhandu, lembranças da infância, tristezas,
alegrias, estações do ano, tudo em versos rimados, como é de costume, em
diferentes formas e esquemas, dotados de diferentes ritmos.
Mais
uma singela obra desta poeta itanhanduense!

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