Depois de mais uma longa noite em trânsito, chegamos por volta das 8:30 da manhã em Salta. Descemos todos num grande posto de gasolina situado no centro da cidade e após o café, rumamos para o município de Cafayate, margeando o rio de Las Conchas. O local é assim chamado porque é possível encontrar uma grande quantidade de conchas marinhas no local, afinal, toda a região já esteve localizada no fundo do oceano.
.
A geografia da região é linda! As montanhas possuem um perfeito delineamento das camadas geológicas que foram sendo reveladas pela erosão ao longo dos anos. É possível notar, muito claramente, as diversas linhas paralelas que desenham todos os morros e montanhas que se apresentam na paisagem. Nunca havia visto, em toda minha vida, um local onde isso ficasse tão evidente.
.
Após quatro horas de viagem, chegamos a Cafayate, uma cidadezinha pacata que parece ser o cenário perfeito para um filme do Almodóvar. Fomos até um restaurante localizado à beira de uma grande praça e lá pedimos o Menu Turístico com: entrada (2 empanadas), prato principal (parmegiana com purê de batata), suco (limonada) e sobremesa (queijo com marmelada e nozes). Estava chique!
.
Depois da refeição, fomos para a vinícola Vasilla Secreta, uma antiga fazenda de produção de vinhos. Experimentamos três tipos e o grupo foi unânime em preferir o primeiro: vinho branco, entre seco e suave. Vimos também os enormes parreirais que se estendiam pelo planalto da região. Achei a cidade de Cafayate muito charmosa, um lugarejo pacato voltado ao turismo, cheio de restaurantes, espaços de arte e artesanato.
.
Na volta, passamos novamente pelas paisagens do cânion da Quebrada de Las Conchas mas, dessa vez, paramos em dois locais: primeiro no Anfiteatro e depois na Garganta do Diabo. Trata-se de dois bolsões esculpidos nas rochas ao longo de milhares de anos de erosão. No Anfiteatro, havia um músico andino que tocava a flauta típica da região e um Charango, instrumento de quatro cordas que se parece com um Ukulelê. A acústica ajudava a apresentação, o local era enorme e cheio de linhas paralelas nas paredes de pedra; seu desenho era sinuoso, assimétrico e muito bonito.
.
Passamos então para a Garganta do Diabo, onde senhoras vendiam alguns artesanatos e sinos com temas andinos. A Garganta era menos interessante do que o Anfiteatro mas, mesmo assim, o grupo tirou centenas de fotos no local. Turista é tudo igual! Depois desse último lugar, retornamos para Salta, onde fizemos, após mais de 36 horas de atividades, o check-in num novo hotel e pudemos deitar numa cama de verdade.
.
Tomamos banho, jantamos e fomos dormir. Apaguei completamente durante as quatro horas que tivemos de sono… Agora são 7:52 da manhã do dia 30/12 e estamos iniciando o quinto dia da expedição.
.
.
.
A geografia da região é linda! As montanhas possuem um perfeito delineamento das camadas geológicas que foram sendo reveladas pela erosão ao longo dos anos. É possível notar, muito claramente, as diversas linhas paralelas que desenham todos os morros e montanhas que se apresentam na paisagem. Nunca havia visto, em toda minha vida, um local onde isso ficasse tão evidente.
.
Após quatro horas de viagem, chegamos a Cafayate, uma cidadezinha pacata que parece ser o cenário perfeito para um filme do Almodóvar. Fomos até um restaurante localizado à beira de uma grande praça e lá pedimos o Menu Turístico com: entrada (2 empanadas), prato principal (parmegiana com purê de batata), suco (limonada) e sobremesa (queijo com marmelada e nozes). Estava chique!
.
Depois da refeição, fomos para a vinícola Vasilla Secreta, uma antiga fazenda de produção de vinhos. Experimentamos três tipos e o grupo foi unânime em preferir o primeiro: vinho branco, entre seco e suave. Vimos também os enormes parreirais que se estendiam pelo planalto da região. Achei a cidade de Cafayate muito charmosa, um lugarejo pacato voltado ao turismo, cheio de restaurantes, espaços de arte e artesanato.
.
Na volta, passamos novamente pelas paisagens do cânion da Quebrada de Las Conchas mas, dessa vez, paramos em dois locais: primeiro no Anfiteatro e depois na Garganta do Diabo. Trata-se de dois bolsões esculpidos nas rochas ao longo de milhares de anos de erosão. No Anfiteatro, havia um músico andino que tocava a flauta típica da região e um Charango, instrumento de quatro cordas que se parece com um Ukulelê. A acústica ajudava a apresentação, o local era enorme e cheio de linhas paralelas nas paredes de pedra; seu desenho era sinuoso, assimétrico e muito bonito.
.
Passamos então para a Garganta do Diabo, onde senhoras vendiam alguns artesanatos e sinos com temas andinos. A Garganta era menos interessante do que o Anfiteatro mas, mesmo assim, o grupo tirou centenas de fotos no local. Turista é tudo igual! Depois desse último lugar, retornamos para Salta, onde fizemos, após mais de 36 horas de atividades, o check-in num novo hotel e pudemos deitar numa cama de verdade.
.
Tomamos banho, jantamos e fomos dormir. Apaguei completamente durante as quatro horas que tivemos de sono… Agora são 7:52 da manhã do dia 30/12 e estamos iniciando o quinto dia da expedição.
.
.
Nenhum comentário:
Postar um comentário