quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Dia 18 - 12-01 - Segunda-feira

Acordamos às sete horas, tomamos banho e descemos pro café. O grupo começava a se despedir e era possível sentir uma certa tristeza no ar, afinal, após dezoito dias de intensa e harmoniosa (ou quase) convivência, a reta final se aproximava. Terminei o café, ajeitei a mala e desci para o hall. Fiz uns comércios de pesos argentinos com alguns colegas e, às 8:20 hrs estávamos saindo para dar um passeio por Salta, coisa que eu já havia feito na noite anterior. 
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A cidade durante o dia continuava linda e agradável. Passei, novamente, pela Praça Principal, pela Matriz, pelas diversas construções que circundavam o espaço e a Guia Turística do local nos contou diversos relatos sobre a importância de Salta para a história da Argentina. Passamos também pela Igreja de São Francisco, o Convento de São Bernardo e finalizamos com o Teleférico de mesmo nome. 
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Lá de cima, foi possível observar toda a região. O município é circundado por montanhas que, em sua maioria, estão cobertas por florestas; o planalto, no qual ele se encontra, é enorme, muito regular e a cidade, de mais de 600 mil habitantes, tem poucos prédios com mais de cinco andares. 
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Em torno das treze horas, descemos de volta para a base do teleférico e fomos ao Shopping Alto Noa para almoçarmos. Fizemos compras, comemos um prato e, às duas e quarenta estávamos embarcando no ônibus para um deslocamento que se estenderia até depois das onze da noite, sendo assim, levamos comida para garantir que não passaríamos fome. 
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Por volta do horário citado, paramos num posto onde comprei um suco, uma empanada e dividi uma lasanha com duas colegas de viagem. Voltamos ao ônibus, me agasalhei com as roupas que tinha levado fora da mala, ajeitei a coberta e fiz aquilo que me restava: dormir.
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