Acordamos às 3 da manhã, saímos em direção a Puno e assim começava o imenso trajeto de retorno. Eu havia comprado uns salgados no dia anterior para servir de café da manhã, afinal, como nos avisou o guia, nesse horário matutino, o hotel não iria nos servir nada. Comi algumas coisas, me agasalhei bem e fui dormir mais no ônibus. Foram cerca de 7 horas de deslocamento.
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Chegando na cidade, fomos direto para o cais que dava acesso ao famoso Titicaca, o mais alto lago comercialmente navegável do planeta. Almoçamos no restaurante Don Pascualito onde os pratos eram enormes e, por isso, tivemos dificuldade para comer tudo. Além disso, eu detesto desperdiçar comida. Eu havia pedido uma truta frita com um monte de grãos diferentes, típicos do Peru e veio uma montanha enorme de tubérculos e outras sementes de cores diferentes que só se encontram por aqui. Fiz muito esforço para poder deixar o mínimo possível.
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Logo após o almoço, fizemos uma hora vendo os artesanatos do porto e logo entramos nos barcos que nos levariam para ver as famosas Ilhas Flutuantes de Los Uros. Chegando lá, algumas mulheres bem baixinhas e homens simples nos receberam. Eles andavam descalços por sobre a vegetação amassada, fazendo barulho por onde passavam, algumas meninas também chegaram e começaram a interagir com o grupo. Aprenderemos como as ilhas são construídas, como vive a comunidade local, visitamos algumas casas e seguimos para uma ilha maior onde havia artesanato e lanches.
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É impressionante pensar que um lago que fica a mais de 3.800 metros de altura, possa ter quase 8.400 quilômetros quadrados e chegar até a uma profundidade de 280 metros. A paisagem é linda! O platô andino se estende longamente pelo horizonte e sopra uma brisa leve e constante que ajuda a diminuir o calor de janeiro. Voltamos então, ao entardecer, pelos canais que davam acesso ao porto de Puno e passamos ao lado de uma ilha que estava tendo uma partida de futebol onde vários moradores estavam reunidos em torno do campo. Achei lindo o reflexo do sol sobre o lago e esse era mais um dos pontos da viagem que eu queria especialmente conhecer.
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Chegando de volta à terra firme, o grupo se dispersou e eu juntei com alguns para comermos num restaurante que, a princípio, não dávamos nada, mas que depois nos surpreendeu: El Preterido Sumac. Nos juntamos, aos poucos, na rodoviária, subimos no ônibus e nos preparamos para mais uma noite inteira em trânsito, dessa vez rumando ao Chile, meu país preferido da América Latina, depois do Brasil, é claro! Estávamos saindo das regiões altas dos Andes de quase 4.000 metros de altitude para irmos ao nível do mar e eu nunca estalei tanto os ouvidos como nesse trajeto numa madrugada pela América Latina.
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P.S: Tentei colocar o diário em dia nessas longas horas de ônibus, mas o sono foi mais forte do que eu. Desisti de lutar contra ele e me rendi ao descanso.
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Chegando na cidade, fomos direto para o cais que dava acesso ao famoso Titicaca, o mais alto lago comercialmente navegável do planeta. Almoçamos no restaurante Don Pascualito onde os pratos eram enormes e, por isso, tivemos dificuldade para comer tudo. Além disso, eu detesto desperdiçar comida. Eu havia pedido uma truta frita com um monte de grãos diferentes, típicos do Peru e veio uma montanha enorme de tubérculos e outras sementes de cores diferentes que só se encontram por aqui. Fiz muito esforço para poder deixar o mínimo possível.
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Logo após o almoço, fizemos uma hora vendo os artesanatos do porto e logo entramos nos barcos que nos levariam para ver as famosas Ilhas Flutuantes de Los Uros. Chegando lá, algumas mulheres bem baixinhas e homens simples nos receberam. Eles andavam descalços por sobre a vegetação amassada, fazendo barulho por onde passavam, algumas meninas também chegaram e começaram a interagir com o grupo. Aprenderemos como as ilhas são construídas, como vive a comunidade local, visitamos algumas casas e seguimos para uma ilha maior onde havia artesanato e lanches.
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É impressionante pensar que um lago que fica a mais de 3.800 metros de altura, possa ter quase 8.400 quilômetros quadrados e chegar até a uma profundidade de 280 metros. A paisagem é linda! O platô andino se estende longamente pelo horizonte e sopra uma brisa leve e constante que ajuda a diminuir o calor de janeiro. Voltamos então, ao entardecer, pelos canais que davam acesso ao porto de Puno e passamos ao lado de uma ilha que estava tendo uma partida de futebol onde vários moradores estavam reunidos em torno do campo. Achei lindo o reflexo do sol sobre o lago e esse era mais um dos pontos da viagem que eu queria especialmente conhecer.
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Chegando de volta à terra firme, o grupo se dispersou e eu juntei com alguns para comermos num restaurante que, a princípio, não dávamos nada, mas que depois nos surpreendeu: El Preterido Sumac. Nos juntamos, aos poucos, na rodoviária, subimos no ônibus e nos preparamos para mais uma noite inteira em trânsito, dessa vez rumando ao Chile, meu país preferido da América Latina, depois do Brasil, é claro! Estávamos saindo das regiões altas dos Andes de quase 4.000 metros de altitude para irmos ao nível do mar e eu nunca estalei tanto os ouvidos como nesse trajeto numa madrugada pela América Latina.
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P.S: Tentei colocar o diário em dia nessas longas horas de ônibus, mas o sono foi mais forte do que eu. Desisti de lutar contra ele e me rendi ao descanso.
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