Mais um dia livre em Cusco. Aproveitei o bonito sol que iluminava as ruas e saí sem rumo. Comprei uma cerveja do local e segui caminhando sozinho. Queria conhecer partes lado B da cidade, partes que estivessem fora do circuito turístico. Desci para a periferia e fui entrando em diversas galerias de comércio de roupa, comida, ervas, artesanato, conserto de som, venda de eletrônicos, até chegar numa pequena e simpática livraria. Lá conversei com um peruano muito atencioso, pedi que ele me indicasse um livro de um escritor nacional que fosse famoso, que tivesse ganhado um Nobel ou coisa do tipo e ele me indicou dois livros do Mario Vargas Lossa. Comprei o menor, afinal o outro era muito grande e o Espanhol não é minha língua materna.
.
Continuei andando por outros lugares e fui parar novamente no mercado San Pedro. Dessa vez, fui para outra área de comidas, pedi um Menu que dava direito a uma sopa, um prato com arroz e carne, tudo isso por somente oito soles. Como era de se esperar por esse preço, a carne era bem dura, mas tudo bem, pois pelo menos o tempero estava ótimo. Depois comi uma sobremesa em outra barraca, andei mais pelas ruas principais e vi umas apresentações culturais comemorando o Dia de Reis.
.
A noite passada havia sido, de longe, a que mais me descansou mas, ainda assim, eu estava com uma canseira acumulada pela primeira parte da viagem. Rodei mais um pouco pela cidade e, após muito resistir, resolvi voltar pro hotel, dormir e acho que fiz o certo, pois consegui um sono ainda melhor do que o da noite anterior. Eu estava precisando relaxar mais profundamente, afinal, a altitude e a quantidade de coisas que havíamos feito me deixaram muito cansado. Sonhei com diversas coisas e acordei já anoitecendo, por volta das seis da tarde.
.
Com as baterias recarregadas, resolvi sair para ver a cidade noturna e encontrei com algumas pessoas da excursão. Fomos trocar dinheiro e eles me chamaram para acompanhá-los num restaurante indicado por alguns moradores da cidade. Apesar de não estar com fome, aceitei o convite carinhoso. Chegamos num local cheio de pessoas cusquenhas e ganhamos um Pisco Sour que me abriu o apetite. Aproveitei o ensejo, pedi uma sopa de quinoa e uma Inca Kola. Diferente! No local, havia um pai e um filho tocando músicas regionais e, ao perceberem que havia muitos brasileiros no local, o duo resolveu executar uma música de Dorival Caymmi. Foram bastante aplaudidos e alguns de nós aproveitamos para cantarmos juntos o tema. Ao final, comemos uma sobremesa e rumamos de volta para o hotel.
.
No caminho do retorno, senti que, se entrasse no quarto, eu não iria conseguir dormir, então disse para o grupo que ficaria mais tempo na rua. Comecei a andar por travessas que ficavam para trás do hotel, descobri uma cúpula linda de um convento próximo, fui até a avenida El Sol e caminhei para o lado oposto do que estava acostumado. Andei pelo Museu do Sítio Qorikancha, vi o painel que retrata a história do povo Peruano e sua luta pela liberdade, passei em frente a algumas casas noturnas, karaokês e parei numa venda para tomar uma cerveja. Dessa vez, tomei a Cusqueña de trigo. Boa também!
.
Que momento gostoso! A cidade mais vazia, as ruas refletindo as luzes depois do chuvisco noturno, o silêncio da quase madrugada, a companhia da cerveja, a sensação de mais uma etapa concluída com alegria e prazer, o descanso dos dois dias sem compromissos fixos, a languidez de quem retornava. Fui devagar para o hotel enquanto me despedia dessa linda e acolhedora cidade. Realmente adorei esses dois dias livres que passei nela! Curti bastante, relaxei, andei com pessoas do outro ônibus e pude observar o dia-a-dia da população local que é uma das coisas que mais gosto de fazer quando viajo.
.
Ajeitei bem a minha mala que não parava de crescer e dormi. Obrigado Cusco!
.
.
.
Continuei andando por outros lugares e fui parar novamente no mercado San Pedro. Dessa vez, fui para outra área de comidas, pedi um Menu que dava direito a uma sopa, um prato com arroz e carne, tudo isso por somente oito soles. Como era de se esperar por esse preço, a carne era bem dura, mas tudo bem, pois pelo menos o tempero estava ótimo. Depois comi uma sobremesa em outra barraca, andei mais pelas ruas principais e vi umas apresentações culturais comemorando o Dia de Reis.
.
A noite passada havia sido, de longe, a que mais me descansou mas, ainda assim, eu estava com uma canseira acumulada pela primeira parte da viagem. Rodei mais um pouco pela cidade e, após muito resistir, resolvi voltar pro hotel, dormir e acho que fiz o certo, pois consegui um sono ainda melhor do que o da noite anterior. Eu estava precisando relaxar mais profundamente, afinal, a altitude e a quantidade de coisas que havíamos feito me deixaram muito cansado. Sonhei com diversas coisas e acordei já anoitecendo, por volta das seis da tarde.
.
Com as baterias recarregadas, resolvi sair para ver a cidade noturna e encontrei com algumas pessoas da excursão. Fomos trocar dinheiro e eles me chamaram para acompanhá-los num restaurante indicado por alguns moradores da cidade. Apesar de não estar com fome, aceitei o convite carinhoso. Chegamos num local cheio de pessoas cusquenhas e ganhamos um Pisco Sour que me abriu o apetite. Aproveitei o ensejo, pedi uma sopa de quinoa e uma Inca Kola. Diferente! No local, havia um pai e um filho tocando músicas regionais e, ao perceberem que havia muitos brasileiros no local, o duo resolveu executar uma música de Dorival Caymmi. Foram bastante aplaudidos e alguns de nós aproveitamos para cantarmos juntos o tema. Ao final, comemos uma sobremesa e rumamos de volta para o hotel.
.
No caminho do retorno, senti que, se entrasse no quarto, eu não iria conseguir dormir, então disse para o grupo que ficaria mais tempo na rua. Comecei a andar por travessas que ficavam para trás do hotel, descobri uma cúpula linda de um convento próximo, fui até a avenida El Sol e caminhei para o lado oposto do que estava acostumado. Andei pelo Museu do Sítio Qorikancha, vi o painel que retrata a história do povo Peruano e sua luta pela liberdade, passei em frente a algumas casas noturnas, karaokês e parei numa venda para tomar uma cerveja. Dessa vez, tomei a Cusqueña de trigo. Boa também!
.
Que momento gostoso! A cidade mais vazia, as ruas refletindo as luzes depois do chuvisco noturno, o silêncio da quase madrugada, a companhia da cerveja, a sensação de mais uma etapa concluída com alegria e prazer, o descanso dos dois dias sem compromissos fixos, a languidez de quem retornava. Fui devagar para o hotel enquanto me despedia dessa linda e acolhedora cidade. Realmente adorei esses dois dias livres que passei nela! Curti bastante, relaxei, andei com pessoas do outro ônibus e pude observar o dia-a-dia da população local que é uma das coisas que mais gosto de fazer quando viajo.
.
Ajeitei bem a minha mala que não parava de crescer e dormi. Obrigado Cusco!
.
.
Nenhum comentário:
Postar um comentário